sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Mais 17 mil pessoas receberam ajuda do Banco Alimentar


Cerca de 267 mil pessoas carenciadas receberam produtos alimentares do Banco Alimentar Contra a Fome no primeiro semestre do ano, mais 17 mil do que em 2008, segundo dados da organização.
Destak/Lusa
destak@destak.pt
"Tem sido crescente o número de pessoas que recorrem ao banco alimentar para pedir ajuda e também o número de instituições que pedem um acréscimo de produtos", disse à Agência Lusa Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, quando se inicia mais um campanha de recolha de alimentos nos supermercados.
Segundo Isabel Jonet, o aumento dos pedidos ao Banco Alimentar surgem directamente dos cidadãos, mas também das instituições.
As mais de 267 mil pessoas carenciadas receberam as refeições nas 1650 instituições que são apoiadas com os produtos alimentares do Banco Alimentar.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Face Oculta: "Poderá envolver figuras da hierarquia do Estado"



Armando Vara garante que não cometeu qualquer crime. Advogado de Manuel Godinho fala do envolvimento de figuras da hierarquia do Estado.

Rodrigo Santiago, advogado de Manuel Godinho, considera que o empresário de Aveiro "é apenas a ponta de um iceberg" de um complexo processo que pode "envolver figuras da hierarquia do Estado".
Referindo-se ao caso Face Oculta, que visa uma alegada rede tentacular de tráfico de influência, corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal, Rodrigo Santiago diz que um sinal desse envolvimento é a suspeita que recai sobre o presidente da Rede Eléctrica Nacional(REN), José Penedos: "Manuel Godinho é a face visível", diz o advogado.

(por Augusto Freitas de Sousa, Publicado em 19 de Novembro de 2009- Jornal “I”)

O apoio de Luís Figo a José Sócrates nas últimas legislativas custou 75 mil euros a uma empresa pública, publica hoje o
Correio da Manhã (CM).
O ex-futebolista esteve presente num pequeno-almoço no Hotel Altis Belém no último dia da campanha, onde anunciou o seu apoio a Sócrates.
Contactado pelo CM, Luís Figo disse através do seu assessor que considerava "calunioso e um absurdo" a ideia que o seu apoio tivesse sido pago. "Não há qualquer envolvimento de Figo numa operação paga", garantiu o assessor Miguel Macedo.
No entanto, a PJ de Aveiro terá escutado uma conversa com José Sócrates como interlocutor, em que se decide que, para pagar o apoio de Figo, seria feita uma engenharia financeira numa empresa pública.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Portugueses de 1ª Versus Portugueses de 2ª


O presidente da REN, arguido no processo Face Oculta e que é ouvido hoje no DIAP de Aveiro, não entrega a declaração de rendimentos há dez anos. A última vez que José Penedos entregou os documentos relativos aos rendimentos foi no último trimestre de 1999, quando ainda era deputado na Assembleia da República, noticia a edição de hoje do Diário de Notícias.
Na altura, Penedos terá declarado ter acções no BES e três casas: Armação de Pera, numa aldeia perto da Figueira da Foz e outra em Lisboa.
No entanto, a partir de 2001, Penedos integrou a REN - na altura Rede Eléctrica Nacional, uma sociedade anónima - e, por isso, terá deixado de entregar as declarações, já que a lei deixa margem para dúvidas.


Jornal “I” - por Mariana de Araújo Barbosa, Publicado em 17 de Novembro de 2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Bolsas para levar médicos para o Interior estão paradas.


Há 179 lugares por preencher em centros de saúde e hospitais carenciados. Dos incentivos prometidos nem sinal.

Foi uma aposta política da ministra da Saúde, Ana Jorge, para para resolver a falta de médicos no Interior: os internos que escolhessem ir trabalhar para zonas desertificadas recebiam uma bolsa enquanto estivessem em formação. Porém, um ano depois, no Ministério da Saúde, continuam por definir os montantes dos incentivos e as condições especiais prometidas aos novos clínicos que em 2010 começam a especialidade. A uma semana de arrancarem as candidaturas para os 179 lugares disponíveis, ninguém sabe a que se candidata. E a indefinição está a afastar os internos destes lugares.
"As pessoas vão acabar por não escolher estas vagas, porque não fazem ideia das condições a que ficarão sujeitas. O que é exactamente o oposto daquilo que se pretendia", afirma Inês Rosendo, presidente do Conselho Nacional do Médico Interno, que integra a Ordem dos Médicos.

por Rute Araújo, Publicado em 17 de Novembro de 2009 - Jornal I
Continuam a "brincar com o pagode"...