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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Alterações climáticas provocam doenças...


Segundo a DGS
Saúde dos portugueses já sofre com alterações climáticas
por Sandra Moutinho, da agência Lusa


Mais mortes associadas ao calor intenso, problemas do foro cardiorespiratório relacionados com a poluição e doenças transmissíveis através da água ou dos alimentos são consequências das alterações climáticas na população portuguesa.
De acordo com o chefe da Divisão de Saúde Ambiental da Direcção-Geral da Saúde (DGS), Paulo Diegues, o aumento da procura dos serviços de urgência devido a estes problemas de saúde demonstra bem a magnitude do problema.
Um problema que, segundo este especialista, afecta o mundo - confrontado com as alterações climáticas -, mas particularmente a Europa.
"Estima-se que mais de 370 mil pessoas na Europa sejam afectadas por problemas de poluição atmosférica, atribuídos em grande parte às alterações climáticas", explicou à Lusa.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

E então as PME's? Afinal como é?


As pequenas e médias empresas da zona euro consideram ter sido mais díficil conseguir financiamento no primeiro semestre deste ano e não esperam uma melhoria no segundo, mostra um inquérito do Banco Central Europeu (BCE) hoje divulgado.
Publicando os resultados do seu primeiro inquérito junto das PME, o BCE disse ter havido "uma deterioração das disponibilidades de financiamento externo" e que para o futuro, "a maioria das PME espera que a sua capacidade em obter financiamentos se mantenha largamente inalterada".


Fonte: DN de 21 de Setembro de 2009



segunda-feira, 7 de setembro de 2009

"A política de verdade lembra manifesto nazi"



Parte da entrevista de Joana Amaral Dias concedida ao Jornal "DN".


O Bloco e o PCP também não se entendem para permitir a coligação de esquerda?
Volto a dizer que Sócrates era quem tinha de dar esse sinal e não dá!E porque é que não dá?
O que se passa é que Sócrates nem de esquerda é mas o representante do Portugal moderninho. As únicas ideias que este primeiro-ministro tem para Portugal são os Magalhães, os cheques-bebé e mais quatro ou cinco medidas, e acha que irá resolver os 10% ou 11% de desemprego com 30 mil estágios. É capaz de estar a dar uma hora de entrevista sem apresentar uma ideia para o futuro, mesmo à beira de eleições! Certamente não é de esquerda, talvez seja de direita - acho mais provável - e, sobretudo, é uma pessoa com pouco posicionamento ideológico e de pouca clareza no espectro partidário e político em que realmente se situa.
Daqui a pouco estamos a dizer que é Manuela Ferreira Leite que é de esquerda?
Não! Manuela Ferreira Leite tem um enorme calcanhar de Aquiles, que é representar um conceito completamente anacrónico e serôdio. E vai-se reduzindo a nichos de posições como o casamento que é para procriação, não fazer o TGV e o novo aeroporto porque não queremos dar emprego a ucranianos... Estas frases muito infelizes de Manuel Ferreira Leite são exploradas até à exaustão por Sócrates porque é o que o distingue de Manuela Ferreira Leite!
Mas como explica que a atitude com que Ferreira Leite se apresenta seduza uma tão grande parte do eleitorado?
Bom...
Até há quem diga que está a protagonizar uma nova forma de fazer de política!
Até agora tenho visto meia dúzia de slogans a dizer "Política de verdade", que é uma coisa que me confrange porque a verdade pertence aos absolutistas. Aliás, lembra o manifesto nazi, que tinha logo nas suas primeiras linhas referências sobre os mentirosos políticos. Quando se fala de verdade em política, é algo que me arrepia e penso que não estarei sozinha nessa reprovação de mensagens críticas. A sua nova forma de fazer política reduz-se a essa política de verdade - com uma sucessão de frases infelizes que passaram a ser parte do nosso anedotário político - enquanto o programa tem muito poucas ideias e não consegue definir prioridades nem responder à crise. Fala de menos Estado, melhor Estado e de políticas neoliberais - parecendo que não se aprendeu nada com esta crise - que depois não concretizam nenhuma medida.
Como justifica a intenção de voto no PSD?
Para além do eleitorado fixo do PSD, há muitas pessoas que estão desiludidas com o Partido Socialista e com Sócrates e que não encontram outra resposta que não a alternativa. Se este não serviu, vou votar na alternativa mais evidente, uma dicotomia habitual em Portugal. Muitas pessoas que vão votar em Manuela Ferreira Leite é por falta de outras alternativas.
Portugal está condenado à bipolarização?
Não, pelo contrário, apesar de se manter esse movimento de alternância sistemático entre PS e PSD. No entanto, os resultados eleitorais das europeias demonstraram clarissimamente que pode alterar e estou convencida que há uma mudança bastante acentuada e nova na resposta do eleitorado ao acontecer uma maior disseminação do voto noutros partidos. O Bloco de Esquerda cresceu, o PCP cresceu e o CDS também teve um resultado assinalável, o que significa que começámos a ter uma fatia do eleitorado muito significativa que já não se revê no PS e no PSD. E esta é uma tendência para crescer e que evitará a manutenção de uma alternância que tem produzido muitas tragédias para o País.
Mas nenhum partido será alternativa por si só ao PS e PSD. O próprio Bloco afirma não ser um partido de poder.
O Bloco de Esquerda tem um problema, o de os seus principais dirigentes ainda não terem definido claramente se querem ou não exercer o poder em Portugal. Enquanto essa posição não for definida e tomada publicamente, o Bloco tem um problema de facto. Também terá de decidir internamente porque precisa de uma identidade própria e que não se reduza às originárias: PSR, UDP e ex-comunistas. Enquanto o Bloco não assumir essa postura de disputa de poder, penso que o problema não acabará. De qualquer modo, não é justo acantonar o Bloco enquanto partido de protesto, porque, se tem tido esse papel, também conseguiu apresentar alternativas, soluções e propostas.
Como é que está a sua relação com o Bloco de Esquerda?
A minha relação com o Bloco ficou no ponto mínimo a seguir à última convenção em que optou por retirar-me da mesa nacional e fiquei militante de base. Estatuto que ainda mantenho...
Vai continuar a manter esse estatuto?
... que ainda mantenho! Depois dessa atitude do BE, como também é público, surgiu um convite do PS para ser deputada. Na altura achei, por uma questão de transparência, que devia comunicar esse convite ao Francisco Louçã, porque ele é o coordenador do Bloco de Esquerda e porque era um dever da minha parte que o Bloco soubesse por minha voz directa o que tinha sucedido e não por outras pessoas, de forma distorcida ou enviesada.

Podia não ter dito nada a Louçã!
É uma pergunta que me têm feito: "Porque é que comunicou ao Louçã?" Fi-lo porque achei que era o correcto.Não estava a tentar reencontrar o seu espaço no Bloco de Esquerda…
Isso dou de barato porque sei que jamais sucederia. Como disse, mantenho a minha militância e enquanto assim estiver guardo alguns deveres e direitos em relação a essa militância. Acredito que um militante do partido, uma vez que foi convidado para integrar as listas de outro partido, deve, por uma questão de seriedade, comunicar ao primeiro responsável do partido. Voltaria a fazer o mesmo, como gostaria que o fizessem comigo se fosse a posição contrária. Agora o que acho lamentável e que não gostei que assim tivesse sucedido foi a utilização que o Francisco Louçã deu a esse convite…
Sentiu-se manipulada?
O facto de Francisco Louçã ter colocado esse convite e as suas implicações políticas - as que Louçã viu nesse convite - nas primeiras páginas e na crista da onda da comunicação social não me agradou. Tenho pena que assim fosse porque o convite foi-me dirigido a mim e, portanto, eu é que teria de fazer a gestão política desse convite e não Francisco Louçã. Para além de também não me rever no excesso de atenção e exposição que este convite recebeu na comunicação social! Não acho que eu fosse ou seja merecedora desse tipo de exposição. Não entendo que merecesse esse tipo de atenção! Não me senti ofendida por esse convite, acho até normal que um partido político nestas circunstâncias - com um militante que foi afastado da direcção, etc. - o fizesse e comuniquei apenas por transparência. Portanto, fiquei perplexa e desagradada quando vi o tratamento que foi dado por parte do Bloco de Esquerda e depois pelas ondas de repercussão.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

De regresso... sem nada de novo...

Desemprego no nível mais alto há quatro meses




Portugal regista uma taxa de desemprego de 9,2% desde Abril, valor bastante acima das médias anuais contabilizadas pelo Eurostat desde 1997 e também o número mensal mais alto desde há um ano, que nem o emprego sazonal do Verão conseguiu baixar. Na Zona Euro a percentagem de pessoas sem emprego voltou a subir, para 9,5%.

DN de 01/09/2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

CTT maçom...



Caso CTT revela ligações da Maçonaria à Justiça

Escutas a um dos arguidos levaram a uma rede de contactos entre um ex-publicitário com procuradores e inspectores da Judiciária
Escutas telefónicas realizadas no processo dos CTT - que investiga suspeitas de gestão danosa e tráfico de influências, entre outros crimes - revelaram aos investigadores contactos entre elementos da Maçonaria, procuradores do Ministério Público e inspectores da Polícia Judiciária. O pivô destas ligações é José Manuel Grácio, um antigo publicitário, que o DN procurou insistentemente localizar e contactar, mas não foi possível.


Fonte: DN de 8 de Julho de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009