segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Estado da Nação - António Barreto

Mais uma vez... o que deveria ser dado em horário nobre... começou às 23h na SIC.
Vejam e oiçam porque vale a pena. Quanto mais não seja... para reflectirmos "todos" os que têm acesso à "internet" e passarmos a palavra aos que não têm...


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Assembleia da República vale tanto como a Assembleia Nacional de Salazar

Obs: O rapaz até tem razão... mas vive de "barriga cheia" e também já lá esteve... Ou foi "truque de ilusionismo"?


O antigo ministro das Finanças Medina Carreira acusou na noite de terça-feira os deputados da Assembleia da República de não terem voz activa, comparando o Parlamento à Assembleia Nacional de Salazar.
Destak/Lusa destak@destak.pt
“Aquilo [o Parlamento] vale tanto como a Assembleia Nacional do Salazar. Eles não valem nada, não têm voz activa”, disse Medina Carreira.
Intervindo durante a tertúlia 125 Minutos com…, de Fátima Campos Ferreira, que decorreu no Casino da Figueira da Foz, Medina Carreira disse que no tempo de Salazar a “mistificação” na Assembleia era “igual” mas “mais autêntica”.
“Salazar dizia ‘ninguém mia’ e ninguém miava. Agora é um fingimento, quem está na Assembleia são os tipos escolhidos pelo chefe do partido, se miam não entram na legislatura seguinte e como vivem daquilo têm de não miar”, sublinhou.
Rotulou os deputados de “obedientes” e “escravozitos que andam por ali na mão dos chefes partidários”.
“Sabem que se falarem, não entram [nas listas]”, disse, dando como exemplos o histórico socialista Manuel Alegre e os ex-ministros Manuel Maria Carrilho e João Cravinho.
“O Alegre falou, correram com ele, ao Manuel Maria Carrilho deram-lhe um lugar bom em Paris, o Cravinho começou a mexer na corrupção deram-lhe um lugar em Londres. E aqueles outros que não podem ir para Londres nem para Paris, calam-se”, argumentou Medina Carreira.
Defendeu alterações ao sistema eleitoral, que classificou de “saco de gatos”.
“É um sistema de saco de gatos, o partido mete lá [nas listas] 20 pândegos. Contaram-se os votos, saem cinco e o senhor foi um dos cinco que saiu”, ilustrou.
Referindo que os deputados “não têm de lutar pela eleição”, preconizou, embora sem o referir, a constituição de círculos uninominais, em que a escolha dos deputados seja feita directamente pelos eleitores e não pelos “chefes” partidários.
Considerou que dos 230 parlamentares actuais, o número de bons deputados não excede os 30 “e o resto anda lá para cumprir horário”.
“Nós temos umas instituições para decoração, enquanto o povo não eleger os deputados, aquilo [a Assembleia da República] é uma construção caduca”, sustentou.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Jeffrey Sachs


É... foi dito por um americano...
Um dos economistas mais influentes do mundo avisa: cortar na boa despesa social é má opção.

Jeffrey Sachs (autor do livro “Fim da Pobreza”) é focado em resultados e o que o perturba é a falta de progressos dos países ricos no combate à pobreza e alterações climáticas, sobretudo nos Estados Unidos, paralisados económica e politicamente. "Temos um défice orçamental enorme [10% do PIB] e os americanos não querem pagar mais impostos, mesmo que seja para financiar despesa social vital", aponta. Enquanto isso, diz Sachs, a taxa de pobreza na maior economia do mundo continua a subir - uma em cada cinco crianças cresce sem meios, outras tantas vivem de senhas de alimentação do Estado. "Penso que não dar dinheiro a áreas cruciais é um erro enorme: deveríamos começar por taxar os bancos, que receberam biliões para salvar o sistema, e assegurar que temos as receitas para pagar as necessidades básicas da sociedade", propõe.


Retirado de: Jornal "I" (de 3/12/2009)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A Europa (ainda não é) porreira.


O Tratado de Lisboa pode ser necessário mas não é suficiente para a "Europa forte" que o Mundo precisa. O segredo está na capacidade dos líderes europeus perceberem quais as melhores soluções para os problemas que hoje se enfrentam e que só uma União fará a força que os tempos exigem.
O problema, todos sabemos, está no mundo financeiro. Há dois anos foram as famílias pobres norte-americanas endividadas, neste momento podem ser os países desenvolvidos endividados. A Europa terá de ser mais "porreira, pá" para o espaço em que se desenvolvem os pequenos negócios. E menos "porreira, pá" para o sistema financeiro. Por enquanto a Europa ainda não é porreira. E, não o sendo, estará condenada a empobrecer, de crise em crise, ditada do exterior.

Helena Garrido(Jornal Negócios)

Leiam em: http://vilaespanca.blogspot.com/2009/10/o-tratado-de-lisboa.html