quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O senhor que se segue...


Espanha pagou quase 7% para se endividar a dez anos


A Espanha pagou hoje um juro médio de quase 7% para se endividar em 3,6 mil milhões de euros nos mercados pelo prazo de dez anos, uma taxa recorde desde que existe o euro e já num nível incomportável a prazo.

Como eles se amam...





quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Vejam, oiçam e meditem!...


Entrevista da RT a Nigel Farage, deputado europeu britânico, onde este fala da inevitabilidade da falência e saída do euro da Grécia, Portugal e Irlanda; do resgate dos bancos; do plano de criação dos Estados Unidos da Europa e da entrada da Sérvia na Zona Euro.

Quase 700 mil pessoas estão sem emprego em Portugal


A taxa de desemprego subiu no terceiro trimestre para os 12,4%, face aos 12,1% observados no trimestre anterior, com o número de desempregados a aproximar-se dos 700 mil, divulgou o Instituto Nacional de Estatística, esta quarta-feira.

Nota:

Srs. Ministros! Acham que é assim que vão acabar com a crise e com o desemprego? Todos vós deixaram o "Poder Económico" sobrepor-se ao "Poder Político". Porque estão de "barriga cheia", cartões de crédito no bolso, carros à conta do "erário público" e outros que tais. A história há-de-se encarregar de vos "fazer justiça". Ainda que a impunidade grasse "a torto e a direito"... Tenham vergonha na cara!...

Troika e Governo forçam PS a desistir de salvar 1 subsídio


"Intransigência" de Passos sobre a folga no Orçamento convence Seguro a estudar alternativas. 'Troika' foi ao Parlamento acenar com ajustamentos para a banca

Numa reunião à porta fechada no Parlamento, os representantes do FMI, do BCE e da Comissão Europeia deram o aval ao corte nos subsídios de Natal e de férias e puseram um ponto final na discussão sobre a folga do Orçamento do Estado.

O PS admite que já começou a estudar propostas alternativas à devolução do 13.º mês, para distribuir melhor os sacrifícios. Na mesa está a ideia de subir o valor dos salários dos funcionários públicos e das pensões dos reformados a partir do qual começam os cortes.

Na primeira reunião com António José Seguro, a troika disse ainda "não" ao adiamento do prazo para o défice. Mas reconheceu a alteração das circunstâncias externas e deu a sua "concordância" à necessidade de rever as condições de financiamento da economia. Os ajustamentos dirão, sobretudo, respeito aos bancos.

Nota:

Roubam-nos à força toda... com a concordância de quem diz "defender" o povo. Todos vocês hão-de ser "julgados e condenados" por tudo o que (não) tem feito.