quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Asfixia... Total!...

Este "gajo" (um tal de Sr. Alberto) permite-se de fazer de tudo. Muito mal vai esta República...

Violência regressa à Madeira

por LÍLIA BERNARDES

Executivo de Jardim já recrutou empresa de segurança privada

Cenas violentas regressaram, ontem, às inaugurações de Alberto João Jardim. Desta vez, para além do reforço de agentes da PSP, a presidência do Governo Regional contratou segurança privada, levantou barreiras de acesso ao local da cerimónia e os quatro elementos do PND - Baltazar Aguiar, Gil Canha, Jorge Welsh e José Manuel Coelho - foram impedidos de entrar no recinto onde se desenrolava a sessão inaugural de uma estrada junto ao Tecnopólo.

Alguns populares surgiram com cartazes contra a presença do PND, criando um clima de confronto. Dois elementos da Nova Democracia, Baltazar Aguiar e Jorge Welsh, garantem que foram agredidos por "membros da empresa construtora da estrada" e por "elementos da Securitas", disse ao DN Baltazar Aguiar. O deputado vai apresentar queixa. O governo, também, devido aos distúrbios causados pelo PND num acto público. "Levei um murro na cara. Com que base jurídica a Securitas, contratada por quem quer que seja, pode exercer este tipo de força física ? A PSP só compareceu para nos pedir calma. Como é que a CNE permite uma coisa destas…e o Ministro da Administração Interna ? É urgente que a PSP na Madeira receba instruções no sentido de assegurar que os candidatos exerçam os seus direitos em campanha eleitoral", reiterou. Baltazar diz que enviou por e-mail um "extenso memorando ao MAI, ao PGR e ao representante da República na Madeira.

DN - 8 de Outubro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Noruega passa Islândia e lidera na qualidade de vida

por ALEXANDRA CARREIRA, Bruxelas


A crise financeira tirou à Islândia o primeiro lugar que ocupava em 2008, lançando-a para um ainda assim honroso terceiro lugar. Quem beneficiou foi a Noruega que já liderara o 'ranking' em 2007. O último lugar é ocupado pelo Níger. Mas entre os dez piores estão Moçambique e Guiné-Bissau. Portugal desceu um lugar em relação ao ano passado.

É a Noruega que torna este ano a assumir o primeiro lugar do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU. A Islândia, que em 2008 estava no topo da tabela, saltou para o terceiro lugar, atrás da Austrália. No extremo oposto, Níger é o país com o nível mais baixo de desenvolvimento, seguido do Afeganistão, o que significa que, genericamente, é o país com maior nível de pobreza, com menor esperança de vida à nascença e com menor acesso a cuidados de saúde e educação.

O relatório de desenvolvimento humano das Nações Unidas é hoje apresentado mundialmente em Banguecoque, a capital da Tailândia. O estudo deste ano, que considera dados estatísticos até 2007, centra-se na mobilidade e nos efeitos que a imigração tem no desenvolvimento humano e desafia muitos preconceitos instalados nas sociedades, acima de tudo, do mundo desenvolvido.

Desde logo, o relatório chama a atenção das nações mais industrializadas, sobretudo na Europa, para o envelhecimento da população e, paralelamente, para a combinação deste factor com o encolhimento demográfico das sociedades europeias nas próximas décadas. Até 2050 as Nações Unidas prevêem que a população mundial aumente em mil milhões, quase na totalidade, nos países em desenvolvimento. Já na Europa se prevê, para a mesma data, uma diminuição em 23% da população activa - a que trabalha e paga impostos.

O problema desta tendência demográfica "é óbvio", diz António Vigilante, director da ONU para a Europa Ocidental: A Europa vai precisar de abrir mais as portas a imigrantes que preencham o mercado de trabalho e ajudem a pagar as contribuições sociais da população chamada de "dependente", ou seja, crianças até aos 15 anos e adultos reformados e pensionistas.

Ao mesmo tempo que sublinha os problemas ao nível da demografia, "o relatório da ONU aponta ainda que são falsas as percepções públicas que se têm sobre a imigração, nomeadamente o impacto sobre o emprego e a violência", explica António Vigilante. Diz o relatório que "os migrantes ajudam a aumentar o crescimento económico e dão mais do que aquilo que recebem". Além disso, o estudo sublinha que "genericamente a imigração aumenta o emprego nas comunidades receptoras e melhora os investimentos em novos negócios e iniciativas".

Mas o responsável regional da organização admite que "no contexto actual de recessão houve uma quebra na procura de mão-de-obra imigrante", o que, em linha com as conclusões e recomendações do estudo, choca de frente com as tendências demográficas estimadas para os próximos quarenta anos. "Este não é o momento para proteccionismo anti-imigrante", refere em comunicado Jeni Klugman, directora do estudo da ONU. Depois da recuperação começar a consolidar-se no mundo desenvolvido, a procura de trabalhadores imigrantes vai voltar e esta é, segundo os dados, inevitável se a Europa, em particular, quiser vencer a corrida e manter os níveis de Estado-providência que ainda a definem.

Além disso, as pressões migratórias não se vão sentir apenas na necessidade dos países industrializados. Em 125% é quanto vai aumentar a população activa no continente africano até 2050, 26% na América Latina e 22% na Ásia.

A combinação destes factores conduz às recomendações que os especialistas do Programa de Desenvolvimento da ONU, agência autora do IDH. Os países desenvolvidos têm de deitar abaixo as barreiras à imigração legal através do "aumento dos canais de entrada de trabalhadores, em especial os mais qualificados"; devem "assegurar direitos humanos de todos os migrantes", dos serviços básicos como a educação e saúde, ao direito de voto; e reduzir os custos associados à migração.

Jornal Diário de Notícias de 5 de Outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

2016... Rio de Janeiro


Rio de Janeiro venceu a corrida à organização dos Jogos Olímpicos de 2016. A mais importante competição desportiva do mundo será pela primeira vez realizada na América do Sul.
Retirado do site do DN 2.10.2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O Presidente... e os submarinos do Portas.

Mas o que devemos de esperar destes governantes... senão isto?

Cavaco Silva desviou ontem as atenções sobre as suspeitas de escutas, mas anunciou que no seu sistema de mails "existem vulnerabilidades" e "pediu que se estudasse a forma de as reduzir". À hora do jantar, os portugueses assistiram em directo ao Presidente da República a manifestar a mais feroz declaração de desconfiança sobre o PS de José Sócrates, que se espera que vá convidar para formar governo em breve.
Apesar de nem confirmar nem desmentir cabalmente as notícias do "Público" de Agosto, sobre escutas e vigilâncias na Madeira, Cavaco Silva lançou ao país uma nova suspeita, agora sobre correio electrónico vigiado. A nova dúvida surgiu-lhe no meio da campanha eleitoral depois de ter visto o "Diário de Notícias" publicar um e-mail interno do "Público". Datado de Abril de 2008 e escrito pelo editor do Nacional, Luciano Alvarez, era dirigido a Tolentino de Nóbrega, correspondente do jornal na Madeira.


Depois de um longo período de acalmia mediática, o processo de investigação à compra de dois submarinos pelo governo de Durão Barroso e Paulo Portas voltou ontem à ribalta. Buscas a pelo menos três sociedades de advogados fizeram ressurgir suspeitas de corrupção, tráfico de influências e financiamento ilegal de partidos políticos no negócio firmado em Abril de 2004, quando Paulo Portas era ministro da Defesa.

Nota: Artigos e imagens do Jornal I de 30.09.2009.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

E depois de nós... O Adeus... o ficarmos sós...



E ainda não chegaram as "autárquicas"...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009