sexta-feira, 6 de maio de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Os "amigos" finlandeses!...

O líder do partido de extrema-direita finlandês Verdadeiros Finlandeses, Timo Soini, assegurou hoje que a União Europeia deve renegociar o resgate financeiro de Portugal.
Em declarações à televisão pública finlandesa YLE, Soini, que depois das eleições de domingo lidera a terceira força política daquele país nórdico, indicou que "terá de haver mudanças" nos planos europeus de construir um mecanismo de estabilidade financeira, apesar de não ter querido dar mais pormenores sobre os pontos que deveriam ser modificados.
"O mais importante é que a Finlândia não precise de pagar pelos erros dos outros", sublinhou Soini um dos candidatos mais firmes, graças à espetacular ascensão, para formar governo com os conservadores, que venceram as eleições de domingo mas com uma margem mínima.
O líder de extrema-direita, que nas últimas eleições para o Parlamento Europeu também tinha sido o candidato mais votado da Finlândia, assegurou que a sua intenção é mudar a partir de dentro as políticas económicas de Bruxelas.
"Já se viu que o pacote de ajudas à Grécia e à Irlanda não funcionou. Agora as coisas vão começar a fazer-se de outra forma na Europa”, sublinhou.
Soini, conhecido pelas suas visões ultra-nacionalistas e euro-cépticas, também dirigiu duras palavras contra a UE, ao afirmar que a União “fracassou". "Temos que a gerir melhor”, disse.
Os Verdadeiros Finlandeses advertiram durante a campanha que não estão dispostos a participar num governo que dê «luz verde» a novos resgates financeiros, incluindo o português.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Porque será?

Portugal regista má "performance" em desemprego, corrupção e desigualdade salarial.
12 | 04 | 2011 12.48H
A pobreza diminuiu em Portugal nas últimas duas décadas mas o país mantém indicadores negativos em termos de corrupção, desemprego e desigualdade salarial, refere um relatório apresentado hoje em Paris.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
Apesar do aumento do rendimento real, Portugal está ainda abaixo da média dos países da OCCE em termos de rendimento médio disponível por família, com 13 mil dólares anuais (cerca de 9 mil euros), equivalente ao da República Checa e apenas superior a alguns países do Leste europeu e do Chile, Turquia e México.
Portugal continua também com um indicador de pobreza superior ao do conjunto dos membros da OCDE, medido pela percentagem de pessoas que vivem com menos de metade do rendimento médio familiar (13,6 por cento em Portugal, 11,5 por cento para o conjunto da OCDE).
O desemprego é um dos indicadores em que Portugal ocupa o patamar inferior entre os países da OCDE, tendo registado um aumento de 1,5 por cento (de 10 para 11,5 por cento) entre 2007 e 2009.
O aumento do desemprego em Portugal nesses anos foi, no entanto, inferior à variação registada no espaço da OCDE.
No quadro geral da situação social, que leva em conta 17 indicadores diferentes, Portugal não obtém em relação a nenhum deles um resultado que o posicione no grupo dos melhores (ou seja, nos dois décimos da amostra com melhor notação), situando-se num dos seus níveis intermédios ou nos dois níveis inferiores.
Quanto a estes últimos, é no índex da corrupção, na percentagem do desemprego e na desigualdade de rendimentos que Portugal aparece nos dois décimos inferiores da amostra da OCDE.
O “outlook” da OCDE para 2011 assinala que o trabalho não remunerado “responde por um terço do produto interno bruto do conjunto de países da OCDE”.
Outra tendência sublinhada pelo relatório é que “os jovens são mais expostos a contratos temporários”.

