domingo, 20 de novembro de 2011

Inflação. Evolução nos preços imposta pelo Estado mata consumo


Aumentos nos transportes e na luz fizeram preços disparar como há 20 anos não se via. Mas há 20 anos o PIB estava em expansão.
A evolução dos preços em Portugal este ano está a asfixiar o consumo privado quando estes dados começaram a ser compilados. Segundo as estatísticas do Banco de Portugal, o consumo das famílias recuou 3,9% em Outubro, elevando para 11 os meses de quebra consecutiva no consumo privado.
A culpa é da forte contracção que o rendimento disponível dos portugueses está a sofrer: quer por via de aumentos de impostos e de cortes salariais quer através do aumento de preços. Aliás, e segundo as estatísticas do banco central, o aumento do custo dos transportes e da luz, ditados pelas decisões do governo PSD/ CDS, atingiram este ano níveis sem precedentes nas últimas duas décadas.

Nota: E eles continuam. Resta saber até quando...

sábado, 19 de novembro de 2011

Miguel Relvas colaborou com empresa do BPN antes da nacionalização

A ponta do icebergue


Antes da nacionalização, o então deputado Miguel Relvas intermediou para o Banco Efisa, do grupo BPN, um negócio da ordem de 500 milhões de dólares, que envolveu o município do Rio de Janeiro. Abdool Vakil, ex-presidente do Efisa, confirmou ao PÚBLICO que Relvas, na altura membro da bancada parlamentar do PSD, o ajudou "a abrir portas no Brasil", mas o actual ministro explica que a sua colaboração ocorreu sempre "no quadro" da Kapakonsult, onde era administrador, e que teve um único cliente: o banco de negócios do BPN - Efisa.

Nota:
Veja lá Sr. Ministro que os portugueses... ainda acreditam no Pai Natal... não se preocupe!

Estudo de opinião (encomendada... digo eu...)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Risco de Espanha continua a aumentar e já ultrapassou o de Itália


O risco da dívida espanhola, medido pelo diferencial face aos títulos alemães a 10 anos, ultrapassou hoje o da dívida italiana, marcando um novo máximo histórico de 525 pontos base.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

Com o rendimento dos títulos espanhóis a 10 anos a atingir os 6,887 por cento, analistas destacam o facto dos mercados terem ?limpo' a diferença que existia face aos títulos italianos, chegando a ultrapassá-los.

Duas horas depois da abertura dos mercados secundários da dívida, o risco de Espanha tinha subido 20 pontos, para 525, ultrapassando os 503 pontos base que registava a dívida italiana.

Já na quinta-feira o risco espanhol ultrapassou os 500 pontos base, tendo baixado para fechar em cerca de 460 devido a compras do BCE.

A tensão evidenciou-se no leilão de quinta-feira em que o Tesouro espanhol colocou títulos a 10 anos ao valor mais elevado de sempre, uma taxa de juro de mais de 7 por cento.

OE 2012. Portugueses dizem que austeridade é necessária


Os portugueses consideram que as medidas previstas no Orçamento do Estado para o próximo ano (OE2012) agravam a sua situação financeira, mas reconhecem a razoabilidade das mesmas face à atual situação do país.

Esta é uma das conclusões do estudo de mercado da Deloitte "Orçamento do Estado 2012 -- A importância de saber", a que a Lusa teve acesso, e sublinhada por Miguel Leónidas Rocha, que destaca a "clarividência dos inquiridos".

"Nota-se que há alguma compreensão por estas medidas e creio que as pessoas estão sensíveis, conscientes do problema e da situação económica do país, bem como da necessidade de se adotar medidas e estão até disponíveis para ajudar, através dos sacrifícios pessoais, na resolução do problema", disse à Lusa o 'partner' da Divisão de Consultoria Fiscal da Deloitte em Portugal.

Nota:

Só por curiosidade a "Deloitte" é americana e os portugueses são todos "clarividentes"...

Com certeza que isto só pode ser anedota!...

Aliás olha-se para a imagem e vê-se logo que são todos "portugueses e estão todos contentes com a austeridade"... Por favor tenham dó...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Agora percebem porquê? Ou será preciso fazer um desenho?

A subida das taxas de juro das dívidas dos países do Sul da Europa tem sido acompanhada, simultaneamente, pela descida das taxas de juro da dívida alemã. A Alemanha já terá lucrado nos últimos dois anos cerca de 9.000 milhões de euros.

Segundo as estimativas que o economista Carsten Brzeski do banco ING na Bélgica fez para o site euobserver.com, a Alemanha terá lucrado 9.000 milhões de euros com a crise das dívidas soberanas, que a par da subida das taxas de juro dos países mais endividados levou à descida das taxas de juro alemãs.

“Desde o início, a economia alemã foi uma das beneficiárias da crise das dívidas soberanas. De facto, o governo alemão pode financiar-se quase gratuitamente nos mercados”, declarou Carsten Brzeski ao euobserver.com.

O site fr.myeurop.info sublinha que, nomeadamente desde maio passado, nos mercados das dívidas soberanas está a funcionar uma espécie de fenómeno de “vasos comunicantes”: à medida que os “investidores” fogem da dívida grega e italiana (e, em certa medida da francesa) “compram massivamente” dívida alemã, levando à descida da taxa de juro desta.

Não resisti...

Não resisti a colocar este "boneco" do blog: WeHaveKaosInTheGarden"